Viva os 100 anos do dia internacional da mulher

Ontem foi o dia internacional da mulher. Eu me atrasei para postar uma homenagem aqui no meu blog… Coisas de Alice. 

Mas agora deixo aqui uma homenagem para todas as mulheres que admiro de montão e que, com suas histórias de vida, escrevem Histórias de Alice:

NairsMilenasZildasNeidesMiriamsJanesOlindasIrenesCidasClaudiasSolangesMarias
AnamariasPatriciasAndreasCarolinasSuelensKellysAdrianasSandrasGabrielasSoraias
MarlenesCarmellasFatimasCarminhasRubettesSilvanasJuliasAnaPaulasCileyGuilherminas
MariliasTatianasVanessasElisesKarlasLiliansCristianes, enfim todos os nomes, todas… Mulheres do meu  Brasil.

CORDEL: LUGAR DE MULHER

 Autoria: SALETE MARIA (aluna do doutorado do Neim/Ufba)

 Do ponto onde me encontro

 Na janela dum sobrado

 Daqui donde me defronto

 Com meu presente e passado

 Fico metendo a colher

 Do ‘meu lugar de mulher’

 Neste mundão desgarrado

 Do meu ângulo obtuso

 Num canto da camarinha

 Afrouxo um parafuso

 Liberto uma andorinha

 Desmancho uma estrutura

 Arranco uma fechadura

 Desmonto uma ladainha

 Reza a história do mundo

 Que mulher tem seu lugar

 É um discurso ‘corcundo’

 E prenhe de bla-bla-blá

 Eu que ando em toda parte

 Divulgo através da arte

 Outro modo de pensar:

 Lugar de mulher é quarto

 Sala, bodega e avião

 Lugar de mulher é mato

 Cidade, praia e sertão

 Lugar de mulher é zona

 Do Estado do Arizona

 À Vitória de Santo Antão

 Lugar de mulher é sauna

 Capela, bonde, motel

 Lugar de mulher é fauna

 Terreiro, campus, quartel

 Lugar de mulher é casa

 Seja na Faixa de Gaza

 Ou no Morro do Borel

 Lugar de mulher é cama

 Seresta, parque, novena

 Lugar de mulher é lama

 Escola, laje, cinema

 Lugar de mulher é ninho

 Dos becos do Pelourinho

 Às águas de Ipanema

 Lugar de mulher é roça

 Riacho, circo, cozinha

 Lugar de mulher é bossa

 Reisado, feira, lapinha

 Lugar de mulher é chão

 Das ruelas do Sudão

 Às veredas da Serrinha

 Lugar de mulher é mangue

 Deserto, vila, mansão

 Lugar de mulher é gangue

 Novela, birô, oitão

 Lugar de mulher é mar

 Das praias do Canadá

 Ao céu do Cazaquistão

 Lugar de mulher é ponte

 Trincheira, jardim, salão

 Lugar de mulher é fonte

 Indústria, baile, fogão

 Lugar de mulher é mina

 Do solo de Teresina

 Ao Morro do Alemão

 Lugar de mulher é barro

 Palco, metrô e altar

 Lugar de mulher é carro

 Camarote, rede, bar

 Lugar de mulher é trem

 Dos caminhos de Belém

 À serra do Quicuncá

 Lugar de mulher é show

 Favela, brejo e poder

 Lugar de mulher é gol

 Ringue, desfile e lazer

 Lugar de mulher é creche

 Das bandas de Marrakech

 Às vilas do ABC

 Lugar de mulher é serra

 Obra, beco e parlamento

 Lugar de mulher é guerra

 Missa, teatro e convento

 Lugar de mulher é pia

 Das tendas de Andaluzia

 À Santana do Livramento

 Lugar de mulher é tudo

 Por onde possa passar

 Seja pequeno ou graúdo

 Seja daqui ou de lá

 Lugar de mulher é Terra

 Mas não onde o gato enterra

 O que precisa ocultar

 Lugar de mulher é dentro

 Mas também pode ser fora

 Lugar de mulher é centro

 Que a margem não ignora

 Lugar de mulher é leste

 Norte, sul, também oeste

 De noite, tarde e aurora

 De minha perspectiva

 Mulher não tem ‘um lugar’

 Onde quer que sobreviva

 Pode ser seu habitat

 Lugares existem zil

 Eu mesma sou do Brasil

 E vivo no Ceará!

 Quer mais? Entre no blog www.cordelirando.blogspot.com

Papel dobrado

“Parece só um papel dobrado…”

Eita, Chico! Quantas coisas um simples papel dobrado pode guardar ? Pense bem! Este aqui guarda algo muito, muitoooo especial!!!

“Bolas e carambolas! Pare de enrolar e mostre logo o que você tem guardado aí.”

  Lembra quando, em janeiro, o Jornal da Tarde publicou uma matéria falando do Projeto Histórias de Alice? Então, tã…tã…tã…

“Caramba! Você dobrou nossas lembranças!”

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“Carácoles! Estamos todos aí! Olha só para mim, sentado no sofá, hehehe! Sou quase como o Velho Chico (to me referindo ao Rio São Francisco, claro). Até o Lindolfo apareceu e também o Pingo!

Então, você não achou  muito legal essa idéia de guardar histórias em papéis dobrados?

Vira, Vira Viração

Sexta-feira fui a sensação na Viração.  Ah! A Viração é uma organização social sem fins lucrativos que tem como objetivo promover práticas de comunicação, educação e mobilização entre jovens e adolescentes (www.revistaviracao.com.br)

Pois então, a galera jovem da Viração ficou encantada comigo e com minha turma, vamos até participar de alguns eventos com eles. O Franco e a Inês falarão de fotografias, enquanto eu, o Chico e turminha estamos convidados para acompanhar os jovens em tomadas fotográficas pela cidade.  Nossa!!! Vai ser muito legal!!!

Tô  me preparando muito para este momento. O Seu Justino prometeu que vai dar um jeito no zipper do meu toldo que quebrou, bem rapidinho. Afinal, quero estar com tudo em cima , porque jovem é jovem né?  Depois conto tudinho como foi.

Por falar em Viração, a galerinha de lá é protagonista de um seriado da TV USP, que vai ao ar, na quinta-feira, dia 04 de março, chamado O quarto mundo.  Não Percam!

 Olhe só a matéria que a Viração publicou sobre Moçambique e vejam só o comentário sobre mim, ops! Sobre o Projeto Histórias de Alice.

Biiibbiiii!!!! Fooommm!!!

   Imagem

Viva São Luiz do Paraitinga‏

Pirame Braços (original PB)

Olá pessoal!

Como vocês sabem na virada do ano as fortes chuvas deixaram mortos, feridos, desabrigados. Em algumas cidades, este é o caso de São Luiz do Paraitinga, cidade histórica do interior de São Paulo, foram devastadas pela chuva.

Sensibilizados com a situação, alguns fotógrafos decidiram ajudar a reconstrução da cidade com vendas de fotos feitas em São Luiz do Paraitinga. O Franco está participando desta campanha e eu achei que seria muito legal dar esta notícia aqui no meu blog. Abaixo, a matéria da campanha publicada no site: http://vivaparaitinga.com.br

“Viva Paraitinga!”

Fotógrafos

se unem por São Luiz

do Paraitinga

Nas últimas décadas, centenas de fotógrafos brasileiros produziram imagens na pequena São Luiz do Paraitinga,

no Vale do Paraíba (SP), atraídos pelo casario do século XIX e por festas tradicionais como a do Divino

Espírito Santo, que todos os anos no mês de maio une as celebrações religiosas a manifestações da mais pura

cultura popular, como as congadas e moçambiques, que tomam conta das ruas da cidade.

Ao ver boa parte das construções históricas ruírem com as chuvas do início do ano, juntamente com a igreja

matriz São Luiz de Tolosa, marco central da cidade, além da capela de Nossa Senhora das Mercês, que ostentava

uma imagem em barro de Nossa Senhora grávida (sabe-se da existência de apenas duas imagens como essa

no Brasil), parte desses fotógrafos que por tantos anos extraiu belas imagens de São Luiz decidiu unir-se em

uma ação em prol dos moradores e sua cultura.

Assim nasceu a iniciativa “Viva Paraitinga!” (vivaparaitinga.com.br), um site no qual estão reunidas algumas

das imagens produzidas na cidade por nomes como Ed Viggiani, Franco Hoff, José Bassit, Marcelo Min, Marcello

Vitorino e Toninho Cury. Todas as fotos poderão ser adquiridas no próprio site, tendo 100% do seu valor (deduzindo-

se os custos de ampliação e postagem) revertido para um fundo de reconstrução da cidade.

Franco Hoff

http://vivaparaitinga.com.br colabore@vivaparaitinga.com.br

“Foi a forma que nós encontramos não apenas de ajudar materialmente

neste momento tão difícil, mas de expressar nossa gratidão

por toda a beleza e emoção que São Luiz e o seu povo nos proporcionaram

ao longo dos anos; esperamos que a cidade seja reconstruída,

e queremos participar dos esforços para isso, mesmo que à distância”,

diz Marcello Vitorino, um dos autores da iniciativa.

Todas as imagens poderão ser adquiridas no próprio site, por meio de

um sistema de pagamento eletrônico. O valor mínimo é R$ 300,00

por fotografia, e a partir daí o interessado define com quanto quer colaborar.

A imagem será enviada por correio no formato aproximado de

40×60cm, em um prazo de até dez dias.

Quem participa

Nesse primeiro momento, seis fotógrafos já disponibilizaram imagens

do seu acervo para a ação: Ed Viggiani, Franco Hoff, José Bassit, Marcelo

Min, Marcello Vitorino e Toninho Cury. Depoimentos e um resumo

de suas biografias pode ser acessado no site “Viva Paraitinga!”.

Por se tratar de uma ação colaborativa espontânea, “Viva Paraitinga!” deve receber fotografias de outros autores

já nos próximos dias. “Entendemos essa ação como algo de médio para longo prazo, já que a reconstrução

de São Luiz do Paraitinga deve levar um bom tempo. Por isso, podemos dizer até que esse site deve ficar ativo

para sempre, inclusive recebendo material de novos fotógrafos voluntários”, explica Eduardo Barile, responsável

pelo desenvolvimento do sistema e apaixonado por fotografia, que em breve também deve colocar suas

fotos no ar.

Sobre São Luiz

Com uma população de cerca de 10 mil habitantes e localizada a 186 quilômetros de São Paulo, São Luiz do

Paraitinga possui o maior conjunto arquitetônico colonial do Estado, tombado em 1982 pelo Condephaat. São

90 casarões dos séculos XVIII e XIX no centro da cidade, além de outros quase 200 imóveis do início do século

XX. A preservação veio do esquecimento no qual a cidade caiu em quase um século de decadência econômica,

após o deslocamento da produção cafeeira para o Oeste de São Paulo.

A mudança de realidade e status econômico ‘congelaram’ no tempo os antigos casarões dos barões do café,

as ruas calçadas com paralelepípedos e a cultura de uma cidade que se autodenomina, com orgulho, ‘o último

reduto dos caipiras’. A festa do Divino Espírito Santo, e o Festival de Marchinhas realizado no Carnaval são algumas

das festas que ajudaram a transformar São Luiz em um importante destino do chamado turismo cultural

nos últimos anos.

Mais informações

com Marcello Vitorino (11 8259-2907), Eduardo Barile (11 9985-9301) ou colabore@vivaparaitinga.com.br

Acesse http://vivaparaitinga.com.br e compre sua fotografia!

http://vivaparaitinga.com.br colabore@vivaparaitinga.com.br

Marcello Vitorino

Histórias do carnaval

Eu estava parada, no estacionamento quando de repente vi um coelho de páscoa. Pensei: “É o coelho da minha história!” E corri para alcançá-lo.

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Estava quase lá,  mas aquele cenário de histórias incríveis chamou minha atenção.

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… Achei que estivesse diante do criador do universo das histórias. Seria ele o Todo Poderoso, um escritor?

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Em quantos dias teria ele criado Nemo? Seria eu Alice também criada por ele?

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Epa! Parei diante do espelho… “Espelho, Espelho meu! Há no mundo uma kombi mais simpática do que eu?” Ops! Isso é coisa de madrasta malvada e vaidosa,  Alice! Melhor continuar andando…

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E… entre me perder daqui prá ali fui encontrando coisas incríveis como o terrível dragão e a princesa, ops! Princesa não, freira. Freiras seriam um tipo de princesa? Seriam encantadas e mágicas?

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Estava assim, envolvida nesse universo mágico, pensando em tudo o que contaria para o Chico, claro, porque dessa vez o Chico não foi. Coitado do Chico, quando a Inês e o Franco saem com câmeras na mão, ele acaba ficando guardadinho… Mas também, nem poderiam levá-lo alí, porque ele se confundiria entre tantos outros bonecos gigantes. Não, não… nem pensar! Então… estava pensando, pensando, quando de repente, o Franco chamou. Hora de ir para casa. Mas antes de se despedir uma última foto:

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E mais uma com a amiga do coração, Nair Benedicto.

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Hora de levar a Inês para trabalhar. Fuiiiiiiii.

Depois do Carnaval

Bem, bem, com essa história de malária, o carnaval foi resumido a uns banhos de piscina e eu a continuar minhas férias no estacionamento. E ,o que é pior, longe do Chico. É no período de viagem da Inês e do Franco, o Chico voltou a ficar lá em casa, só o pingo e outros carros me fizeram companhia…

Pois é, mas agora a Inês já se recuperou e parece que minhas férias acabaram. Que legal! Férias são maravilhosas, mas não quando se fica num estacionamento, né? Ainda mais eu que adoro aventuras.

Epa!! Esse post não é para contar sobre “minhas férias, pula uma linha parágrafo, e sim para contar que  depois do carnaval saímos para fotografar os carros alegóricos das escolas de samba de samba de São Paulo. Fomos lá no Anhembi.

Gente, você não imaginam!! Tudo lá é muito grande, e eu perto deles sou pequenina. Fiquei emocionada!

Foto - Franco Hoff

Lá todas as histórias se juntavam, algumas estavam quebradas, outras estavam amontoadas, algumas tinham sido vendidas, outras já estavam no lixo, tinha também as que seriam guardadas.

Passamos muitas horas no meio disso tudo e eu fui me encantando com cada aventura, conversando com o personagem de cada história. Eles tinham brilhado tão maravilhosamente na noite do carnaval e agora estavam ali, esperando pelo seu outro destino…

Foto Franco Hoff

Ah! preciso parar a história aqui, porque tenho que levar a Inês pra trabalhar…

À noite continuarei essa história num novo post e colocarei fotos.

Bibibi, fomfom!!!

De volta da África

Eu contei que a Inês iria para a África em janeiro, né? Pois é, ela foi. Viajou dia 05 de janeiro e voltou dia 27 próximo passado, se convalescendo de uma malária.

 

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A malária foi algo pequeno quando comparado com a grandeza do que a Inês viveu lá. Ela ficou em Gilé, distrito da Zambézia em Moçambique, por 22 dias. Trabalhou com formação de professores e com 60 crianças entre 3 e 9 anos. Nos momentos livres fotografava.

O trabalho com as crianças aconteceu na missão dos Padres Claretianos em Gilé, onde a Inês com outras 15 pessoas se hospedaram.

Os sintomas da malária apareceram no domingo, no litoral de Chocas, lugar escolhido pelo grupo para descansar dois dias. Apesar dos poucos recursos, foi muito bem cuidada, quando chegou ao Brasil estava bem e sem plasmodiuns no sangue.

A Inês disse que assim que terminarmos nossas andanças pelo Brasil, vamos voltar à África. Contou também que o interior de Moçambique é como se fosse uma grande aldeia. Roda-se quilômetros vendo uma única e mesma arquitetura. Na maioria das vilas não há energia elétrica, o que dificulta o armazenamento de alimentos. A época do plantio é também a época da fome. O alimento armazenado, em geral, dura até o fim da seca. Quando começam as chuvas, as famílias preparam suas “Machambas” (roças), mas viverão com bem pouco alimento até a colheita.

Crianças e adultos fazem em média uma refeição por dia. Quando sentem fome vão em busca de alimentos: alimentam-se de cigarras, gafanhotos, ratos e de algumas mangas que ainda restam nas árvores. Comem frutas como laranja e limão verdes para saciar a fome.

Caçando ratos para se alimentar

Lidam diariamente com doenças como malária e cólera. A água é um recurso escasso. Caminham muito para buscá-la em poços, cisternas ou rios.

As residências são feitas de barro e cobertas de capim, lembra uma oca indígena. Alguns, dormem em esteira ao ar livre por causa do calor. Protegem-se do mosquito da malária cobrindo a esteira com um mosqueteiro armado em forma de tenda.

O fogão é improvisado junto ao chão. Aliás, a vida dessa gente se identifica o tempo todo com o chão. É um povo dócil, submisso e educado.

A vida por lá é quente, muito quente. O sol nasce às 4 da manhã e se põe a 17 da tarde. Mesmo a chuva não consegue deixar o clima mais ameno. A fome é constante e generalizada. Imagine-se convivendo vinte dias com uma população inteira que vive com menos do que essencial.

E a Inês conclui:

” E o que é mais admirável, nesses dias nunca vi uma criança reclamar de fome ou pedir comida. Mas eu os vi avançar numa palma com cupim da mesma forma que avançariam sobre um pacote de balas.

Nas matas do Gilé, já não mais animais grandes e nem pequenos, eu acho. Os passáros são raros. Consequência da guerra e da caça indiscriminada, creio eu.

Voltei para o Brasil com o compromisso de me manter conectada com o Gilé, ajudando as crianças que passaram por mim nesses 22 dias. Em abril enviarei roupas, livros e brinquedos. Se alguém quiser participar, envie as doações para o endereço da minha casa: R. Gomes de Carvalho, 1005 – aptº 3705. Vila Olimpia – SP”

Alice no Fotoclube f/508

f508

 

 

 

Oiee gentee!!! Mais uma noticia sobre nosso projeto… Ficamos felizes em ver vários veiculos de informação postando informações sobre o projeto Histórias de Alice! Obrigado Fotoclube f/508 pelo post.

Para ver a noticia acesse : http://www.fotoclubef508.com/blog/?p=11599

Bjos fomfommm

FOTOCOLAGEM

fotocolagem

 

 

 

Gentee!! Ficamos muito felizes com o POST no site FOTOCOLAGEM divulgando nosso projeto.

Para quem quiser ler o post entre no endereço : 

http://fotocolagem.blogspot.com/2010/01/franco-hoff-e-ines-calixto-promovem.html

Para saber mais sobre o FOTOCOLAGEM acessem www.fotocolagem.com.br

Bjos Fomfom

Forum Social Mundial 2010

Forum Social Mundial 2010

Pessoal, esse ano o Fórum Social Mundial 2010 será em Porto Alegre – RS (dias 25 a 29  janeiro) e o Franco estará lá fotografando, participando de palestras e eventos, ele nos manterá informado colocando posts, videos e fotos do FSM 2010 aqui no Blog… Aguardem!

Para quem quiser conhecer mais sobre o ForumSocial Mundial acesse :

http://www.forumsocialmundial.org.br/

Beijos Alice