Eu estava parada, no estacionamento quando de repente vi um coelho de páscoa. Pensei: “É o coelho da minha história!” E corri para alcançá-lo.

Estava quase lá, mas aquele cenário de histórias incríveis chamou minha atenção.

… Achei que estivesse diante do criador do universo das histórias. Seria ele o Todo Poderoso, um escritor?

Em quantos dias teria ele criado Nemo? Seria eu Alice também criada por ele?

Epa! Parei diante do espelho… “Espelho, Espelho meu! Há no mundo uma kombi mais simpática do que eu?” Ops! Isso é coisa de madrasta malvada e vaidosa, Alice! Melhor continuar andando…

E… entre me perder daqui prá ali fui encontrando coisas incríveis como o terrível dragão e a princesa, ops! Princesa não, freira. Freiras seriam um tipo de princesa? Seriam encantadas e mágicas?


Estava assim, envolvida nesse universo mágico, pensando em tudo o que contaria para o Chico, claro, porque dessa vez o Chico não foi. Coitado do Chico, quando a Inês e o Franco saem com câmeras na mão, ele acaba ficando guardadinho… Mas também, nem poderiam levá-lo alí, porque ele se confundiria entre tantos outros bonecos gigantes. Não, não… nem pensar! Então… estava pensando, pensando, quando de repente, o Franco chamou. Hora de ir para casa. Mas antes de se despedir uma última foto:

E mais uma com a amiga do coração, Nair Benedicto.

Hora de levar a Inês para trabalhar. Fuiiiiiiii.





















