Estamos em Pains, interior de Minas Gerais, pertinho de Vargem Bonita. Pains faz parte do circuito Grutas e Mar de Minas.
Chegamos aqui, dia 02 de julho. Fomos acolhidos pela Secretaria de Educação. A Rosa Maria de Mendonça Goulart, Secretária de Educação e sua equipe: Renata De Paulo e Flávia de Melo Cândido, nos deram todo apoio. É do computador da Secretaria que escrevo este post.
Dessa vez estou estacionada numa creche feita de crianças pequeninas. Amanhã a minha turminha vai contar histórias por lá e depois começaremos a oficina de fotografia para 25 crianças de 8 a 10 anos que estão no Ensino Fundamental. Demais, né?
Pains, lugar pequenino, é capital mundial do calcário. Há aqui formações sedimentares de milhões de anos. Elas Remontam a era em que nosso continente era coladinho com o Continente Africano.
Inscrições ruprestes, sítios arqueológicos, grutas lindíssimas, podem ser admiradas por aqui.

Localizado no Alto São Francisco, Pains é como se fosse a caixa d’agua do Rio São Francisco.
Lagoas Cársticas, dolinas, brejos, rios e córregos sustentam a imensa bacia do Rio que corre para o Norte, banhando com suas águas, as áridas terras nordestinas.
Enquanto a Secretaria de Educação nos ofereceu hospedagem e infraestrura para nossa permanência na cidade, o pessoal do Centro de Revitalização do Rio São Francisco: o Dirceu de Oliveira Costa, o Antonio Lucas de Souza e Mário da Silva Oliveira(Secretário do Meio Ambiente), têm nos levado para conhecer as riquezas dessa terra escondida sob o nome de Capital Mundial do Calcário.

Nosso apelo às mineradoras que exploram o calcário na região: cuidem de nossas riquezas naturais. Não destruam tão rapidamente aquilo que a natureza levou milhões de anos para construir.




























