Há coisas que não há como esquecer…
Hoje, sábado, deixamos Itinga e viemos para Plasmado, vilarejo onde a maioria da população é ceramista e vive do trabalho com a argila. Ali se compra uma linda panela de barro por R$3,00.
Mas o que há de mais belo em Plasmado são as crianças. Vivendo à margens do Jequitinhonha, os pequenos mergulham nas águas do rio como peixe e deixam-se secar na areia grossa e quente, que nesta época do ano, faz a margem do rio se parecer com uma praia.
Com graça e inocência os garotos nadam e brincam de corpo nu, mostrando o paradoxo entre a pobreza, a felicidade e a liberdade.
Depois do rio, veio a hora de gargalhar com os bonecos e depois…
Seguimos viagem… Este foi um tchau difícil de pronunciar.
Fuiiiiiiiiiiiiiiiiii





























4 Comments
Nem precisou da imagem para ver o lindo sol secando a pele dos meninos.. os reflexos brancos nas formas molhadas. Prazer doce da infância que passa ligeira e fica pra sempre.. feito de volátil umidade sobre a superfície da um instante.
É vero!! dá para se imaginar mesmo a alegria e a necessidade unidos a brincadeiras, e como é bom lembrar-mos de nossa infancia era tão boa..pena que passa tão depressa.
Cris, Márcio e Pí!
Como é bom encontrá-los por aqui. É… Pasmado é um lugar especial! Marcou a mim e também ao Franco.
Também estamos com saudades….
Beijos com carinho,
Alice, Franco e inês
Rarinho!
Quanta sensibilidade e poesia! Só uma alma artista saberia ver e descrever uma imagem assim, sem tê-la visto de pertinho…
Beijos nossos, com admiração, carinho e saudade,
Alice, Ines e Franco