Segunda nunca é dia de feira – Descrição de um amanhecer.

<address><span style=”color: #008000;”>Segunda etapa da viagem</span></address><address><span style=”color: #000000;”>09/10 – segunda-feira</span></address><address>Segunda nunca é dia de feira – Descrição de um amanhecer.</address><address>Os primeiros raios da manhã penetraram a cortina clara da Kombi, invadindo nossa cama quase sempre desajeitada: ora, os acolchoados, usados para deixar o colchão de espuma mais macio, escapam para o lado; ora, as almofadas deslizam deixando brechas, que nos fazem dormir na tábua dura.  É hora de levantar. Agendamos com o buggy para nos apanhar as 5h30 da manhã, vamos fotografar a Pedra Furada, a árvore da preguiça e alguns outros destinos em Jericoaocara.
O corpo pede para ficar só mais um pouquinho, mas a consciência se impõe. Uma leve espreguiçada e estamos de pé, tentando encontrar espaços que nos aconcheguem. A kombi algumas vezes parece pequena, apertada para o corpo que quer espaço. Vamos nos ajeitando, reorganizando, até que ufa! O dia parece nos acordar de vez e os sentidos retornam à realidade, a abraçam e acolhem. A luz penetra iluminando nosso dia.
O café foi breve, não temos mais quase nada dentro do carro (nossa opção por comer fora, fez com que descuidássemos do mercado e… A caixa de café está vazia . Demos um jeitinho de enganar aquela fome que vem logo de manhã e zapt! Embarcamos no buggy carona.
O vento pela manhã é leve,  frio, mas não interfere no trabalho, porém,  à medida, que o sol se aquece, ele sopra mais e mais forte, tornando quase impossível fotografar nas dunas.
<span style=”font-style: normal;”> Nossa primeira parada foi na </span>árvore da preguiça<span style=”font-style: normal;”>. Uma árvore que o vento inclinou até o chão. Sabedoria dos moradores da areia: para não ser arrancada pelo vento a árvore se inclinou até o chão, deixando o vento pentear seus cabelos no mesmo sentido que sopra a areia. A paisagem é comovente! a árvore lembra a lendária árvore da sabedoria. No inclinar-se até o chão, suas raízes construíram um portal que quem sabe levem à crônicas similares às de</span> Nárnia. <span style=”font-style: normal;”>Quem o saberá? A luz da manhã deixa um brilho dourado na areia e no tronco iluminado. Cenário de conto de fadas.</span>
<span style=”font-style: normal;”>Depois do encontro com</span> a árvore da preguiça viajamos de buggy até a Pedra Furada. À nossa esquerda o Serrote Encantado, <span style=”font-style: normal;”>duas montanhas de pedras que protegem</span> Jericoacoara <span style=”font-style: normal;”>da viagem das areias. O Serrote se desmancha em pequenas pedras que adentram o mar. Lá, na rota da Maré uma pedra gigante, que lembra um jacaré coarando ao sol, tem no dorso (parte mais elevada uma passagem) que eu cá creio que levem a um mundo secreto e misterioso da encantada princesa de Jericoacoara.</span>
<span style=”font-style: normal;”>A passagem na pedra, que lhe rendeu o nome de </span>Pedra Furada, <span style=”font-style: normal;”>foi feita pela ação do vento e da água. Também aqui o cenário é mágico, místico e convida para que a gente se incline diante da natureza com a humildade da </span>árvore da preguiça.
<span style=”font-style: normal;”>Pensando e pensando tenho para mim que, o vento ainda anda de briga com o sol. Lembra-se da fábula do Vento e do Sol, onde um e outro fizeram uma aposta para saber quem era mais poderoso? Escolheram um homem de paletó e decidiram que quem primeiro fizesse o homem tirar o paletó seria mais forte e poderoso. Pois bem, enquanto o sol brilhava provocando um calor infernal, o vento soprava forte, fazendo com que o pobre homem apertasse o paletó ao peito. Assim, creio eu, que o vento e o sol, vivem de apostas aqui pelos lados do Ceará e para ser mais exato, acho que esta história continua acontecendo nas dunas de Jericoacara.</span>
<span style=”font-style: normal;”>Não acredita? Venha aqui para ver!</span>

Os primeiros raios da manhã penetraram a cortina clara da Kombi, invadindo nossa cama quase sempre desajeitada: ora, os acolchoados, usados para deixar o colchão de espuma mais macio, escapam para o lado; ora, as almofadas deslizam deixando brechas, que nos fazem dormir na tábua dura.

É hora de levantar. Agendamos com o buggy para nos apanhar as 5h30 da manhã, vamos fotografar a Pedra Furada, a árvore da preguiça e alguns outros destinos em Jericoaocara.

O corpo pede para ficar só mais um pouquinho, mas a consciência se impõe. Uma leve espreguiçada e estamos de pé, tentando encontrar espaços que nos aconcheguem. A kombi, algumas vezes,  parece pequena, apertada para o corpo que quer espaço. Vamos nos ajeitando, reorganizando, até que, ufa! O dia parece nos acordar de vez e os sentidos retornam à realidade, a abraçam e acolhem. A luz penetra iluminando nosso dia.

O café foi breve, não temos mais quase nada dentro do carro (nossa opção por comer fora, fez com que descuidássemos do mercado e… A caixa de café está vazia . Demos um jeitinho de enganar aquela fome que vem logo de manhã e zapt! Embarcamos no buggy carona.

O vento pela manhã é leve,  frio, mas não interfere no trabalho, porém,  à medida, que o sol se aquece, ele sopra mais e mais forte, tornando quase impossível fotografar nas dunas.

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Nossa primeira parada foi na árvore da preguiça. Uma árvore que o vento inclinou até o chão. Sabedoria dos moradores da areia: para não ser arrancada pelo vento a árvore se inclinou até o chão, deixando o vento pentear seus cabelos no mesmo sentido que sopra a areia. A paisagem é comovente! a árvore lembra a lendária árvore da sabedoria. No inclinar-se até o chão, suas raízes construíram um portal que quem sabe levem à crônicas similares às de Nárnia. Quem o saberá? A luz da manhã deixa um brilho dourado na areia e no tronco iluminado. Cenário de conto de fadas.

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Depois do encontro com a árvore da preguiça viajamos de buggy até a Pedra Furada. À nossa esquerda o Serrote Encantado, duas montanhas de pedras que protegem Jericoacoara da viagem das areias. O Serrote se desmancha em pequenas pedras que adentram o mar. Lá, na rota da Maré uma pedra gigante, que lembra um jacaré coarando ao sol, tem no dorso (parte mais elevada) uma passagem, que eu cá, creio que levem a um mundo secreto e misterioso da encantada princesa de Jericoacoara.

A passagem na pedra, que lhe rendeu o nome de Pedra Furada, foi feita pela ação do vento e da água. Também aqui o cenário é mágico, místico e convida para que a gente se incline diante da natureza com a humildade da árvore da preguiça.

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Pensando e pensando tenho para mim que, o vento ainda anda de briga com o sol. Lembra-se da fábula do Vento e do Sol, onde um e outro fizeram uma aposta para saber quem era mais poderoso? Escolheram um homem de paletó e decidiram que quem primeiro fizesse o homem tirar o paletó seria mais forte e poderoso. Pois bem, enquanto o sol brilhava provocando um calor infernal, o vento soprava forte, fazendo com que o pobre homem apertasse o paletó ao peito.

Assim, creio eu, que o vento e o sol, vivem de apostas aqui pelos lados do Ceará e para ser mais exata, acho que esta história continua acontecendo nas dunas de Jericoacara.

Não acredita? Venha aqui para ver!

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