Rodando pelo Piaui

Urra! Peguei uma estrada ruim demais! A cada metro um buraco enorme que, sem exagero, quase me cabia dentro. Arre! Era uma rodada e um pulo no buraco. Meus parafusos sairam todos do lugar. Ai! Ui! Mas o pior foi que numa altura da estrada, o bagageiro abriu e ploft! Cairam coisas para fora, uma delas foi a mochila do Franco cheia de coisas legais, tipo filme, livros, revista!

Chico que olhava tudo, gritou. A Inês olhou para trás e disse: Pare o carro, o bagageiro abriu e sua mochila caiu. Franco ficou branco. Olhou pelo retrovisor viu um motoqueiro juntando a mochila. Ficou apavorado.

Ines desceu correndo e gritando: moço! Moço! Esta mochila é nossa.

Enquanto isso, fiz a manobra de volta e trouxe Franco e o Chico para perto da Inês que tinha alcançado o motoqueiro, um senhor muito simpático que ficou esperando nossa chegada.

Tranquilizou os viajantes dizendo que só havia caído aquilo mesmo, ele vinha logo atrás do carro quando o bagaeiro abriu e distribuiu bagunça pela estrada.

Foi até engraçado aquela cena desesperadora dos meus tripulantes. O preju teria sido bem grande se a mochila tivesse viajado nas costas do motoqueiro da estrada emburacada. Inda bem que o rapaz era dessa gente boa, muito boa, que todos os dias cruzam a estrada de nossa viagem. Fui! Bibi! Fom! Fom!

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