Argh! A pressão acabou com meu diferencial

Depois de subir a Serra do Brejo até a agradável Triunfo, em Pernambuco,  voltei para Serra Pelada carregada por um guincho F4000. Não resisti a pressão de chegar bem perto do ponto mais alto de Pernambuco, o Pico do Papagaio e… Ploft! Meu diferencial simplesmente estourou. Senti uma dor horrível, perdi motor, minhas rodas pareciam soltas.

Enquanto eu tinha o diferencial estourado, a Inês tinha o olho esquerdo derramando-se em sangue. Também devido a altura, a ferida da jurema preta, ocorrida uns cinco dias antes, reabriu e o sangue se espalhou. Assim, eu e ela voltamos precisando de cuidados especiais.

Em Serra Pelada, fomos diretos para a oficina do Ivaldo. Cara bacana, jipeiro, apaixonado por carros. Fui tratada com todo cuidado. Além de cuidar de mim, Ivaldo deu todo suporte para a Inês e Franco que ficaram sem seu carro-casa. Sem exagero, eles não sabem o que fazer  quando ficam sem mim, sabe?

Percebendo isso, Ivaldo deu todo apoio prá turminha. O Chico ficou me fazendo companhia, embora maroto ele é um bom amigo.

Ivaldo, um abraço grande de todos nós. Desejamos que seus sonhos se realizem  em cinco anos, cinco meses, cinco dias, cinco horas, cinco minutos, cinco segundos…Já! Felicidades sempre.

Bibi! Fom! Fom!

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