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	<title> &#187; Amigos</title>
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		<title>Rápida passagem por Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa rota rumo ao Norte do Brasil, nos trouxe da Bahia para Brasília. Aqui faemos uma pausa para abastecimento e descanso da estrada, ufa!!,  meus pneus estão doloridos, ai!, ui!. O Chico, não! Ele nem sente nada, é só um boneco e além de tudo viaja o tempo todo esticado sobre travesseiros, no bagageiro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa rota rumo ao Norte do Brasil, nos trouxe da Bahia para Brasília. Aqui faemos uma pausa para abastecimento e descanso da estrada, ufa!!,  meus pneus estão doloridos, ai!, ui!. O Chico, não! Ele nem sente nada, é só um boneco e além de tudo viaja o tempo todo esticado sobre travesseiros, no bagageiro do carro. O Pingo foi para o bagageiro externo, guardado dentro de uma caixa como relíquia preciosa. Ele se lamentou muito, mas não teve jeito. Todo boneco é guardado um dia, colocado em caixa, para não estragar.  Carro, não. Fica sempre na estrada, alguns mais sortudos viram peças de colecionadores, outros acabam no ferro velho. E eu?!!</p>
<p>Eu continuo da estrada, vou me mantendo inteirinha; já andei observando que não tem caixa que me caiba, então trato de me cuidar para não acabar num ferro velho a beira da estrada, ai!, ui!, ainda bem que o Franco cuida de mim e muito: troca óleo no tempo certo; ainda agorinha, ganhei 4 pneus novos, e minha suspensão é engraxada com frequência. Sou um carro-casa muito querido, por isso, não vou acabar num ferro-velho, ah!,  isso é que não.</p>
<p>Mas voltemos a Brasilia, estou me dirigindo ao Pier 21, onde seremos entrevistados pelo jornal <em><a href="http://www.correioweb.com.br/">Correio Brasiliense</a></em>, um dos mais importantes jornais do nosso país.  Estou toda arrumadinha, ai!, ai! Me deseje sorte.</p>
<p>Fui.</p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
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		<title>Adivinha onde estou?</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 20:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Decifra este enígma e saberá onde estou: A cidade tem nome de roupa com que se forram as camas. É histórica. Para cá vêm turistas do mundo todo. Há um morro que se chama Pai  Inácio e um vale chamado Pati. As águas tem a cor da coca-cola, e as pedras são róseas. Os passeios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decifra este enígma e saberá onde estou:</p>
<p>A cidade tem nome de roupa com que se forram as camas. É histórica. Para cá vêm turistas do mundo todo. Há um morro que se chama Pai  Inácio e um vale chamado Pati.</p>
<p>As águas tem a cor da coca-cola, e as pedras são róseas. Os passeios exigem muito preparo físico.</p>
<p>Vai uma dica pelas fotos:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2755" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/22/adivinha-onde-estou-2/img_8587/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2755" title="IMG_8587" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_8587-300x200.jpg" alt="IMG_8587" width="300" height="200" /></a> <a rel="attachment wp-att-2757" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/22/adivinha-onde-estou-2/img_8576/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2757" title="IMG_8576" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_8576-300x200.jpg" alt="IMG_8576" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Ah! Estamos na linda cidade de Lençóis, descansando sob árvores frondosas, ouvindo os pássaros cantar e as formigas&#8230; Ah! As formigas! Não é que ficam subindo e descendo, me fazendo cócegas.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2759" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/22/adivinha-onde-estou-2/img_8637-2/"><img class="size-medium wp-image-2759 aligncenter" title="Camping Limiar - Lençóis - Bahia" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_86371-300x200.jpg" alt="Camping Limiar - Lençóis - Bahia" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Revendo pequenos amigos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 18:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cinco meses de concluir a travessia Brasil, do Projeto Histórias de Alice, viajamos em despedida do Nordeste, enquanto eu, a kombi Alice me preparo para voltar a Região Norte, agora com rota prevista até o Acre. Nesse período Franco e Inês parecem querer reinventar a viagem. O Chico desce em todas as paradas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cinco meses de concluir a travessia Brasil, do Projeto Histórias de Alice, viajamos em despedida do Nordeste, enquanto eu, a kombi Alice me preparo para voltar a Região Norte, agora com rota prevista até o Acre.</p>
<p>Nesse período Franco e Inês parecem querer reinventar a viagem. O Chico desce em todas as paradas e é festa da garotada. Como o caminho para Acre exige uma passagem pela Foz do São Francisco, depois da praia do Peba, Franco deu uma volta na direção e à revelia do GPS, que com voz incansável, dizia: siga em frente, ele dobrou à esquerda e entrou  no povoado de  Potengy para rever as crianças, estar perto do Velho Chico.</p>
<p>Ah! Mal eu apontei meu faróis, ouvi uma criança que fazia uma barulho desde de dentro do rio e gritando veio em nossa direção. Ele fazia assim: Ãh! Ãh! Logo reconheci, era o Mudinho, apelido como Bruno é conhecido na comunidade. Do outro lado de mim, outros garotos gritavam: &#8220;O Chico voltou! O Chico voltou!&#8221;</p>
<p>Mal parei e eles tomaram conta de mim, numa alegria só. Chico saltou e fez a alegria da garotada. Eles pegavam o boneco e haja mamulengo pra aguentar tanta energia!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2747" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/21/revendo-pequenos-amigos/img_7539/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2747" title="Mudinho com o Chico" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_7539-300x200.jpg" alt="Mudinho com o Chico" width="300" height="200" /></a> <a rel="attachment wp-att-2748" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/21/revendo-pequenos-amigos/img_7541/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2748" title="IMG_7541" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_7541-300x200.jpg" alt="IMG_7541" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Depois, completando  a tarde de sábado com Alice, a Inês e Franco foram brincar de passa anel, corda e amarelinha. Foi um dia muito gostoso.</p>
<p>Confesso, eu estava cansada da viagem, mas essa canseira toda sumiu só de compartilhar tanta alegria infantil. Ah! Deixa eu contar, que as crianças nos reconheceram uma ano e 3 meses depois de nossa primeira passagem pelo povoado.</p>
<p>Às crianças do Potengy um abraço do Projeto Histórias de Alice.</p>
<p>Bibi! Fom! Fom! Bibi!</p>
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		<title>Argh! A pressão acabou com meu diferencial</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de subir a Serra do Brejo até a agradável Triunfo, em Pernambuco,  voltei para Serra Pelada carregada por um guincho F4000. Não resisti a pressão de chegar bem perto do ponto mais alto de Pernambuco, o Pico do Papagaio e&#8230; Ploft! Meu diferencial simplesmente estourou. Senti uma dor horrível, perdi motor, minhas rodas pareciam soltas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de subir a Serra do Brejo até a agradável Triunfo, em Pernambuco,  voltei para Serra Pelada carregada por um guincho F4000. Não resisti a pressão de chegar bem perto do ponto mais alto de Pernambuco, o Pico do Papagaio e&#8230; Ploft! Meu diferencial simplesmente estourou. Senti uma dor horrível, perdi motor, minhas rodas pareciam soltas.</p>
<p>Enquanto eu tinha o diferencial estourado, a Inês tinha o olho esquerdo derramando-se em sangue. Também devido a altura, a ferida da jurema preta, ocorrida uns cinco dias antes, reabriu e o sangue se espalhou. Assim, eu e ela voltamos precisando de cuidados especiais.</p>
<p>Em Serra Pelada, fomos diretos para a oficina do Ivaldo. Cara bacana, jipeiro, apaixonado por carros. Fui tratada com todo cuidado. Além de cuidar de mim, Ivaldo deu todo suporte para a Inês e Franco que ficaram sem seu carro-casa. Sem exagero, eles não sabem o que fazer  quando ficam sem mim, sabe?</p>
<p>Percebendo isso, Ivaldo deu todo apoio prá turminha. O Chico ficou me fazendo companhia, embora maroto ele é um bom amigo.</p>
<p>Ivaldo, um abraço grande de todos nós. Desejamos que seus sonhos se realizem  em cinco anos, cinco meses, cinco dias, cinco horas, cinco minutos, cinco segundos&#8230;Já! Felicidades sempre.</p>
<p>Bibi! Fom! Fom!</p>
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		<title>Adivinha onde estou?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem imagina, né? Pois lhe digo: rodava o mundo quando fui sentindo crescer dentro de mim um rio de saudade. Um rio cuja água tem a cor verde azulada do mar, mas não é mar. Adivinhou? Ah! sim! É o São Francisco. Nas voltas que a vida dá, tô eu cá, a beiro do Velho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem imagina, né? Pois lhe digo: rodava o mundo quando fui sentindo crescer dentro de mim um rio de saudade. Um rio cuja água tem a cor verde azulada do mar, mas não é mar. Adivinhou? Ah! sim! É o São Francisco. Nas voltas que a vida dá, tô eu cá, a beiro do Velho Chico, sentindo a brisa fresca que emana de suas águas e o calor próprio da beira rio.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2553" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/18/adivinha-onde-estou/img_5436/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2553" title="IMG_5436" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_5436.JPG" alt="IMG_5436" width="420" height="280" /></a></p>
<p>Ah! São Francisco, meu velho! Nesta viagem vi você lindo e também assoriado. Vi orlas lindas e orlas descuidadas. Visitei as barragens que alteraram seu jeito de ser&#8230;, vi você raso e profundo. Escutei sobre o Nego d&#8217;água e seus encantos todos. Meu velho rio, quanto mais conheço, mais o amo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2554" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/18/adivinha-onde-estou/img_5289/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2554" title="IMG_5289" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_5289.JPG" alt="IMG_5289" width="420" height="279" /></a></p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um mundo de fósseis</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 13:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conta a história, que desde sempre a mãe natureza desde sempre gostara de ler e escrever, mas nem sempre existiu papel e nem homens que pudessem fazê-lo. Neste tempo, a mãe natureza, depois de catástrofes que exterminaram gerações e marcaram os períodos da evolução da vida na terra, em fósseis. Dizem que quando um arqueólogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conta a história, que desde sempre a mãe natureza desde sempre gostara de ler e escrever, mas nem sempre existiu papel e nem homens que pudessem fazê-lo. Neste tempo, a mãe natureza, depois de catástrofes que exterminaram gerações e marcaram os períodos da evolução da vida na terra, em fósseis.</p>
<p>Dizem que quando um arqueólogo abre uma pedra e encontra um animal ou parte dele fossilizado, é como se abrisse um livro nunca lido por ninguém. Ah! Fico imaginando como isso deve ser interessante!</p>
<p>Titus Riedi, do Museu de Palenteologia de Santana do Cariri, nos levou em um passeio pela Chapada o Araripe: conhecemos o Museu de Palenteologia, com fósseis que datam de mais 120 milhões de anos. Incrível! Lá dentro, além das libélulas guardadas pela mãe natureza como se as esculpissem em pedras, há peixes, ossos de pterossauros&#8230; Um mundo de história sedimentado em rochas.</p>
<p>Para concluir nossa viagem estivemos na Chapada do Araripe, lá onde as Mineradoras extraem a Pedra Cariri. As mineradoras se parecem com lugares de garimpo, uma ao lado da outra, na estrada caminhões carregados vão e vêm. Nas mediações montanhas de entulhos das pedras, nos entulhos fósseis abandonados pelas mineradoras. Difícil entender essa relação humana com as coisas que a natureza demora tanto tempo para produzir e guarda secretamente por milhões de anos. Por outro lado, a mineração é uma das principais atividades econômicas da região e as famílias estruturam suas vidas a partir delas.</p>
<p>Que fazer?</p>
<p>Aqui vai uma sugestão que nascida de conversas a três nesta visita à Chapada: Que tal se o IBAMA promovesse visitas escolares, os alunos recebessem autorização de garimpar os entulhos acompanhados de um especialista do Museu. Os fósseis encontrados no fossem olhados pelo profissional, se já estivessem catalogados a escola teria permissão de levá-los para compor os resultados da pesquisa de campos dos alunos. Pense comigo, isso não seria muito melhor do que abandoná-los num monte de entulho?</p>
<p>Adorei o passeio!</p>
<p>Titus, muito obrigada pela amizade, hospitalidade e pelo passeio que nos proporcionou.</p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
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		<title>E assim contaram a nossa história</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 17:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casal que viaja pelo Brasil de Kombi chega ao litoral do Piauí Fotos: Francisco Brandão/Proparnaiba.com Franco Hoff é documentarista e fotojornalista, Inês Calixto é educadora, fotógrafa e escritora, eles chegaram à Parnaíba, no litoral do Piauí, em uma Kombi chamada Alice (uma referência à obra literária Alice no País das Maravilhas) na semana passada. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: sans-serif; line-height: normal; font-size: medium;"> </span></p>
<div style="background-color: #ffffff; font-family: sans-serif; line-height: normal; margin: 1em;">
<div style="font-size: medium;"><img id="logo" style="border: 0px initial initial;" src="http://www.proparnaiba.com/sites/default/files/proparnaibav3_logo.jpg" alt="Notícias de Parnaíba, Piauí, Litoral Piauiense, ProParnaíba" /></div>
<div style="font-size: medium;"><span style="font-size: 32px; font-weight: bold;">Casal que viaja pelo Brasil de Kombi chega ao litoral do Piauí</span></div>
<div style="font-size: medium;">
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<div style="display: block;">
<div><img style="border: 0px initial initial;" src="http://www.proparnaiba.com/sites/default/files/imagecache/full_node/alice_chegando_14.jpg" alt="" width="578" height="280" /> <span>Fotos: Francisco Brandão/Proparnaiba.com</span></div>
<div>
<div style="font-weight: bold;"></div>
<div>
<div><img style="border: 0px initial initial;" src="http://www.proparnaiba.com/sites/default/files/alice_chegando_32_redim.jpg?1316451584" alt="" width="314" height="209" /></div>
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</div>
<p>Franco Hoff é documentarista e fotojornalista, Inês Calixto é educadora, fotógrafa e escritora, eles chegaram à Parnaíba, no litoral do Piauí, em uma Kombi chamada Alice (uma referência à obra literária Alice no País das Maravilhas) na semana passada.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653971664260831297%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" /><param name="src" value="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653971664260831297%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR"></embed></object></p>
<p>O veículo há um ano e quatro meses tem sido a casa do casal e levado ambos a várias cidades brasileiras no projeto que eles batizaram de Histórias de Alice. No carro ainda vai um boneco chamado Chico que tem a missão de animar crianças e contar histórias.</p>
<p>Inicialmente a previsão era rodar 30 mil quilômetros conhecendo as histórias, registrando pessoas, levando cinema e literatura de forma gratuita para as comunidades e ao final de dois anos construírem três livros: fotografia, lendas e diário de bordo da viagem. Hoje o propósito ainda é o mesmo, mas o carro Alice já rodou mais de 50 mil quilômetros pelas estradas das diferenças sociais do Brasil e na bagagem acumularam grandes experiências, muito mais do que o previsto no começo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653972516224412257%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" /><param name="src" value="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653972516224412257%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR"></embed></object></p>
<p>Na região litorânea do Piauí eles aportaram na praia da Pedra do Sal e lá conversando com a comunidade têm registrado as lendas, causos e o cotidiano das pessoas que fazem o local, tudo contado pelos próprios moradores. Conheceram o Morro do Gemedor que ao ser pisado emite um som parecido com um ranger de tom bastante grave e ficaram encantados com a beleza, rusticidade, simplicidade e o acolhimento da gente do litoral do Piauí.</p>
<p>&#8220;Nós (Inês, Franco, Chico e Alice) adaptando a literatura que mostra o país das maravilhas, procuramos o Brasil das diferenças. Elas às vezes doem, nos comovem. Mas no geral vemos um país de gente humilde, sofrida que não larga mão do sorriso”, revela Inês.</p>
<p>Inês que disse nunca ter pensado em desistir, já foi inclusive atropelada em Eldorado dos Carajás e com isso o casal constatou aquilo que talvez seja o maior problema social do Brasil. “Nosso sistema de saúde é ruim na maioria dos lugares, até para quem tem como pagar uma consulta particular. O brasileiro sofre demais com isso”, contou Franco.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653973394504682033%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" /><param name="src" value="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Frastajunior%2Falbumid%2F5653973394504682033%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR"></embed></object></p>
<p>Os documentaristas conheceram o Delta do Parnaíba e disseram ter gostado muito do passeio de barco pelos igarapés, ilhas e ilhotas do local, para eles melhor ainda foi conversar com as pessoas que fazem parte daquele cenário. Franco, Inês e Alice devem seguir viagem no começo da semana com destino à Jericoacoara no Ceará e de lá continuam conhecendo as diferentes cidades brasileiras até o mês de maio de 2012.</p>
<p>Tudo sobre está viagem está sendo contada na página do projeto na internet, o <a style="color: #000000;" href="http://www.historiasdealice.com.br/" target="_blank">www.historiasdealice.com.br</a><span style="background-image: url(http://www.proparnaiba.com/sites/all/modules/extlink/extlink.png); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; padding-right: 12px; background-position: 100% 50%; background-repeat: no-repeat no-repeat;"> </span> . Também nas redes sociais, o Twitter é o @sigaalice e a página no Facebook é <a style="color: #000000;" title="http://www.facebook.com/pages/Projeto-Hist%C3%B3rias-de-Alice/179982802050916" href="http://www.facebook.com/pages/Projeto-Hist%C3%B3rias-de-Alice/179982802050916" target="_blank">http://www.facebook.com/pages/Projeto-Historias-de-Alice/1799828020&#8230;</a><span style="background-image: url(http://www.proparnaiba.com/sites/all/modules/extlink/extlink.png); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; padding-right: 12px; background-position: 100% 50%; background-repeat: no-repeat no-repeat;"> </span></p>
<p><strong>Quem são:</strong></p>
<p>Eles são um casal de fotógrafos que em 2010 trocou a residência fixa em São Paulo, para viver, viajando pelo interior do Brasil, a bordo de uma Kombi que, em 2008, foi transformada em motorhome e recebeu de seus primeiros donos o nome de Alice (uma referência à obra literária Alice no País das Maravilhas).</p>
<p>Alice é uma Kombi blogueira, que gosta de contar histórias. É Alice no país da Emília. Tem como parceiros de viagem Chico um boneco, amigo das histórias, animador da garotada. Com Alice, será responsável por despertar o sonho e a imaginação dos pequenos brasileiros em nossas viagens pelo interior do Brasil.</p>
<p>Franco Hoff é documentarista e fotojornalista.</p>
<p>Inês Calixto é educadora, fotógrafa e escritora.</p>
<p><strong>O Projeto</strong></p>
<p>Histórias de Alice, nasceu da decisão do casal de fotógrafos, Inês Calixto e Franco Hoff, de sair em viagem pelo Brasil a bordo de uma Kombihome (a Alice), fotografando histórias narradas por pessoas simples, investigando seu modo de ser e de viver.  Tem a pretensão de trabalhar a inserção cultural de comunidades do interior do Brasil, em três linguagens: a literatura, o cinema e a fotografia. Ao mesmo tempo compor uma coletânea de causos narrados pelos protagonistas (pessoas do lugar onde visitarmos) registrando seu modo de ser e fazer cultura.</p>
<p>Busca-se com este projeto coletar e investigar as origens de causos e mitos traduzindo-os em imagem seja por registro fotográfico ou em vídeo.</p>
<p><strong>O projeto tem como objetivos:</strong></p>
<p>Promover a inclusão cultural por meio de participação em oficinas de leitura e fotografia, hora do conto e sessões cinematográficas.</p>
<p>Coletar histórias e causos narrados pelos próprios protagonistas (pessoas das comunidades visitadas) registrando-os por vídeo, texto e fotografia.</p>
<p>Valorizar a cultura popular registrando por vídeos, fotos e filmes, projetos e sonhos pessoais singulares levados a cabo neste Brasil de muitos Brasis.</p>
<p>Entender o modo de vida das pessoas mais simples e sua relação com a arte, a música, a dança e a religião, o tempo, o lazer e o trabalho.</p>
<p>Publicar posteriormente três livros: um de fotografias intitulado Brasis do meu Brasil, outro de causos e contos Histórias de Alice e o diário de viagem relatando a experiência do casal em retratista viajante.</p>
<p><em>Francisco Brandão para o Proparnaiba.com</em></div>
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<div style="font-size: small;"><strong><br />
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		<title>Em Belém uma paradinha no Galeto Vaidoso</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 04:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Região Norte]]></category>
		<category><![CDATA[belém]]></category>
		<category><![CDATA[Galeto Vaidoso]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois pense você. Depois de rodar por lugares de pouco movimento, chego numa capital como Belém. Fico perdidinha. Aquele movimento rápido parece me empurrar para frente, as ruas parecem apertadas e não encontro lugar para parar. Difícil assim. Logo de entrada, parar num shopping, ou num pátio de supermercado não parecem má idéia. Não parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois pense você. Depois de rodar por lugares de pouco movimento, chego numa capital como Belém. Fico perdidinha. Aquele movimento rápido parece me empurrar para frente, as ruas parecem apertadas e não encontro lugar para parar. Difícil assim.</p>
<p>Logo de entrada, parar num shopping, ou num pátio de supermercado não parecem má idéia. Não parece mas é, sobretudo quando minha altura é maior que a indicação da placa : altura máxima 2,10 m. Eu tenho 2,40 de altura, logo, não posso entrar.</p>
<p>Tudo parecia muito complicado quando&#8230; O pessoal do Galeto Vaidoso (Hum! Quer comer um franguinho delicioso?! Venha provar este), a Ingrid e o Junior, nos acolheram. Depois disso, Belém ficou simples e eu já nem sinto tanto medo assim de  rodar por aí.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2217" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/08/13/em-belem-uma-paradinha-no-galeto-vaidoso/galeto/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2217" title="Galeto Vaisoso" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/08/galeto.jpg" alt="Galeto Vaisoso" width="180" height="207" /></a></p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
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		<title>Natividade &#8211; Tocantins</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 13:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagine uma cidade, feita de casarios de adobe que remontam a época dos bandeirantes. Imaginou? Agora visualize essas construções feitas acompanhando as curvas do caminho, cortados por beco, embelezado por árvores centenárias. Gostou? Então espere um pouco mais, seu banho diário pode ser tomado nas poções, piscinas de águas naturais vindas direto da serra. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine uma cidade, feita de casarios de adobe que remontam a época dos bandeirantes. Imaginou? Agora visualize essas construções feitas acompanhando as curvas do caminho, cortados por beco, embelezado por árvores centenárias. Gostou?</p>
<p>Então espere um pouco mais, seu banho diário pode ser tomado nas poções, piscinas de águas naturais vindas direto da serra. Para completar coma um biscoitinho de amor-perfeito, doce de polvilho que derrete na boca; experimente um bombom de coco que lhe será oferecido por uma vendedora noturna.</p>
<p>Visite as ruínas da Igreja de Pedras&#8230;</p>
<p>Este lugar é um sonho&#8230;</p>
<p>Fui!</p>
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		<title>O povo Kalunga</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 15:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Centro-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[Povo Brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Viajar pelo Brasil, tem nos levado a lugares lindos com comunidades e histórias diferentes. É fantástico, sabia? Tão fantástico que nem dou conta de contar tudo. Por vezes, ando mais ligeira que nosso acesso a internet permite. Bem, pra quem acompanha nossa viagem, estamos agora em Campos Belos, na divisa de Goiás com Tocantins, nos despedindo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar pelo Brasil, tem nos levado a lugares lindos com comunidades e histórias diferentes. É fantástico, sabia? Tão fantástico que nem dou conta de contar tudo. Por vezes, ando mais ligeira que nosso acesso a internet permite.</p>
<p>Bem, pra quem acompanha nossa viagem, estamos agora em Campos Belos, na divisa de Goiás com Tocantins, nos despedindo de Goiás, que por sinal, tem uma das paisagens mais lindas, que meus faróis já conseguiram iluminar nos meus 122.000  quilômetros de estrada.</p>
<p>E o que dizer das cidades, do povo goiano? Acolhedores, simpáticos, acessíveis. Orgulham-se das riquezas e da beleza de suas histórias. Goiás, vou levá-lo para sempre no meu&#8230;Ah! Será que tenho coração? Sou uma kombi, mas tenho sim.</p>
<p>De Goiás, quero destacar a viagem que fiz para a comunidade Kalunga, o maior quilombo do Brasil. Estas fotos que vou mostrar são do Engenho II. Uma dica: Vá conhecer a comunidade e tomar banho numa de suas cachoeiras.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1817" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/06/28/a-nacao-kalunga/img_4705-2/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1817" title="Cachoeira da Capivara" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_47051-300x200.jpg" alt="Cachoeira da Capivara" width="300" height="200" /></a> <a rel="attachment wp-att-1818" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/06/28/a-nacao-kalunga/img_4533/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1818" title="Veredas" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_4533-200x300.jpg" alt="Veredas" width="200" height="300" /></a> <a rel="attachment wp-att-1819" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/06/28/a-nacao-kalunga/img_4625/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1819" title="Getúlia" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_4625-300x200.jpg" alt="Getúlia" width="300" height="200" /></a> <a rel="attachment wp-att-1820" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/06/28/a-nacao-kalunga/img_4487/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1820" title="IMG_4487" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_4487-300x200.jpg" alt="IMG_4487" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Nosso agradecimento ao povo Kalunga por compartilhar sua vida, suas histórias e as belezas naturais de suas terras. Logo voltaremos aí.</p>
<p>Bibi! Fom! Fom!<a rel="attachment wp-att-1815" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/06/28/a-nacao-kalunga/img_4476/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1815" title="Kalunga" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_4476-300x200.jpg" alt="Kalunga" width="300" height="200" /></a></p>
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