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	<title> &#187; Histórias de Alice</title>
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		<title>Em Goiânia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegamos em Goiânia. Antes de prosseguirmos viagem para Mato Grosso, Rondônia e Acre fizemos uma pausa da estrada para uma revisão completa de minha parte mecânica. Itens de revisão: 1. Pneus (são novos). Ganhei da Pneus fácil, nosso patrocinador, especialmente para esta etapa da viagem. Foram trocados, no início de janeiro, quando passamos por Recife. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos em Goiânia.</p>
<p>Antes de prosseguirmos viagem para Mato Grosso, Rondônia e Acre fizemos uma pausa da estrada para uma revisão completa de minha parte mecânica.</p>
<p>Itens de revisão:</p>
<p>1. Pneus (são novos). Ganhei da Pneus fácil, nosso patrocinador, especialmente para esta etapa da viagem. Foram trocados, no início de janeiro, quando passamos por Recife.</p>
<p>2. Freio: Hidrovácuo novo e original. Pastilhas e lona, trocados entre outubro e novembro do ano que passou. Estão novas.</p>
<p>3. Caixa de câmbio: item a ser revisado</p>
<p>4. Embreagem: item a ser revisado</p>
<p>5. Motor: item em avaliação</p>
<p>6. Suspensão: será feito alguns ajustes</p>
<p>Acho que vou sair daqui novinha em folha. É, daqui prá frente a viagem vai exigir muito de mim, como carro, por isso, preciso estar bem.</p>
<p>Aeh! Galera! Fuiiiiiiii!!!!!!!!</p>
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		<title>Rápida passagem por Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa rota rumo ao Norte do Brasil, nos trouxe da Bahia para Brasília. Aqui faemos uma pausa para abastecimento e descanso da estrada, ufa!!,  meus pneus estão doloridos, ai!, ui!. O Chico, não! Ele nem sente nada, é só um boneco e além de tudo viaja o tempo todo esticado sobre travesseiros, no bagageiro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa rota rumo ao Norte do Brasil, nos trouxe da Bahia para Brasília. Aqui faemos uma pausa para abastecimento e descanso da estrada, ufa!!,  meus pneus estão doloridos, ai!, ui!. O Chico, não! Ele nem sente nada, é só um boneco e além de tudo viaja o tempo todo esticado sobre travesseiros, no bagageiro do carro. O Pingo foi para o bagageiro externo, guardado dentro de uma caixa como relíquia preciosa. Ele se lamentou muito, mas não teve jeito. Todo boneco é guardado um dia, colocado em caixa, para não estragar.  Carro, não. Fica sempre na estrada, alguns mais sortudos viram peças de colecionadores, outros acabam no ferro velho. E eu?!!</p>
<p>Eu continuo da estrada, vou me mantendo inteirinha; já andei observando que não tem caixa que me caiba, então trato de me cuidar para não acabar num ferro velho a beira da estrada, ai!, ui!, ainda bem que o Franco cuida de mim e muito: troca óleo no tempo certo; ainda agorinha, ganhei 4 pneus novos, e minha suspensão é engraxada com frequência. Sou um carro-casa muito querido, por isso, não vou acabar num ferro-velho, ah!,  isso é que não.</p>
<p>Mas voltemos a Brasilia, estou me dirigindo ao Pier 21, onde seremos entrevistados pelo jornal <em><a href="http://www.correioweb.com.br/">Correio Brasiliense</a></em>, um dos mais importantes jornais do nosso país.  Estou toda arrumadinha, ai!, ai! Me deseje sorte.</p>
<p>Fui.</p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
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		<title>Revendo pequenos amigos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 18:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Potengy]]></category>

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		<description><![CDATA[A cinco meses de concluir a travessia Brasil, do Projeto Histórias de Alice, viajamos em despedida do Nordeste, enquanto eu, a kombi Alice me preparo para voltar a Região Norte, agora com rota prevista até o Acre. Nesse período Franco e Inês parecem querer reinventar a viagem. O Chico desce em todas as paradas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cinco meses de concluir a travessia Brasil, do Projeto Histórias de Alice, viajamos em despedida do Nordeste, enquanto eu, a kombi Alice me preparo para voltar a Região Norte, agora com rota prevista até o Acre.</p>
<p>Nesse período Franco e Inês parecem querer reinventar a viagem. O Chico desce em todas as paradas e é festa da garotada. Como o caminho para Acre exige uma passagem pela Foz do São Francisco, depois da praia do Peba, Franco deu uma volta na direção e à revelia do GPS, que com voz incansável, dizia: siga em frente, ele dobrou à esquerda e entrou  no povoado de  Potengy para rever as crianças, estar perto do Velho Chico.</p>
<p>Ah! Mal eu apontei meu faróis, ouvi uma criança que fazia uma barulho desde de dentro do rio e gritando veio em nossa direção. Ele fazia assim: Ãh! Ãh! Logo reconheci, era o Mudinho, apelido como Bruno é conhecido na comunidade. Do outro lado de mim, outros garotos gritavam: &#8220;O Chico voltou! O Chico voltou!&#8221;</p>
<p>Mal parei e eles tomaram conta de mim, numa alegria só. Chico saltou e fez a alegria da garotada. Eles pegavam o boneco e haja mamulengo pra aguentar tanta energia!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2747" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/21/revendo-pequenos-amigos/img_7539/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2747" title="Mudinho com o Chico" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_7539-300x200.jpg" alt="Mudinho com o Chico" width="300" height="200" /></a> <a rel="attachment wp-att-2748" href="http://www.historiasdealice.com.br/2012/01/21/revendo-pequenos-amigos/img_7541/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2748" title="IMG_7541" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2012/01/IMG_7541-300x200.jpg" alt="IMG_7541" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Depois, completando  a tarde de sábado com Alice, a Inês e Franco foram brincar de passa anel, corda e amarelinha. Foi um dia muito gostoso.</p>
<p>Confesso, eu estava cansada da viagem, mas essa canseira toda sumiu só de compartilhar tanta alegria infantil. Ah! Deixa eu contar, que as crianças nos reconheceram uma ano e 3 meses depois de nossa primeira passagem pelo povoado.</p>
<p>Às crianças do Potengy um abraço do Projeto Histórias de Alice.</p>
<p>Bibi! Fom! Fom! Bibi!</p>
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		<title>Argh! A pressão acabou com meu diferencial</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de subir a Serra do Brejo até a agradável Triunfo, em Pernambuco,  voltei para Serra Pelada carregada por um guincho F4000. Não resisti a pressão de chegar bem perto do ponto mais alto de Pernambuco, o Pico do Papagaio e&#8230; Ploft! Meu diferencial simplesmente estourou. Senti uma dor horrível, perdi motor, minhas rodas pareciam soltas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de subir a Serra do Brejo até a agradável Triunfo, em Pernambuco,  voltei para Serra Pelada carregada por um guincho F4000. Não resisti a pressão de chegar bem perto do ponto mais alto de Pernambuco, o Pico do Papagaio e&#8230; Ploft! Meu diferencial simplesmente estourou. Senti uma dor horrível, perdi motor, minhas rodas pareciam soltas.</p>
<p>Enquanto eu tinha o diferencial estourado, a Inês tinha o olho esquerdo derramando-se em sangue. Também devido a altura, a ferida da jurema preta, ocorrida uns cinco dias antes, reabriu e o sangue se espalhou. Assim, eu e ela voltamos precisando de cuidados especiais.</p>
<p>Em Serra Pelada, fomos diretos para a oficina do Ivaldo. Cara bacana, jipeiro, apaixonado por carros. Fui tratada com todo cuidado. Além de cuidar de mim, Ivaldo deu todo suporte para a Inês e Franco que ficaram sem seu carro-casa. Sem exagero, eles não sabem o que fazer  quando ficam sem mim, sabe?</p>
<p>Percebendo isso, Ivaldo deu todo apoio prá turminha. O Chico ficou me fazendo companhia, embora maroto ele é um bom amigo.</p>
<p>Ivaldo, um abraço grande de todos nós. Desejamos que seus sonhos se realizem  em cinco anos, cinco meses, cinco dias, cinco horas, cinco minutos, cinco segundos&#8230;Já! Felicidades sempre.</p>
<p>Bibi! Fom! Fom!</p>
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		<title>Na Pedra do Reino</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 11:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coisa linda é o sertão! Feito aparentemente de quase nada,  dono de quase tudo, senhor de grandes histórias. No sertão vive o Vaqueiro, o Conselheiro, O Beato, Padres Santos. Sertão é paz, é romaria e penitência,  revolução e guerra. Cenário de idéias e de extermínio das idéias. Terra de coronéis, terra onde o Cangaço nasceu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coisa linda é o sertão!</p>
<p>Feito aparentemente de quase nada,  dono de quase tudo, senhor de grandes histórias. No sertão vive o Vaqueiro, o Conselheiro, O Beato, Padres Santos. Sertão é paz, é romaria e penitência,  revolução e guerra. Cenário de idéias e de extermínio das idéias. Terra de coronéis, terra onde o Cangaço nasceu, cresceu e morreu, terra de histórias fortes, cenário de muitos abris que se despedaçaram. Terra que guarda as relíquias mais antigas de um tempo que o homem ainda não era e do tempo que sendo passou a habitar nosso chão, e a desenhar em nossas pedras, deixando registro de suas primeiras marcas na história.</p>
<p>Sertão, grande sertão, a maior parte sem veredas de água, com estreitas veredas abertas, pelo vaqueiro e pelo agricultor, caatinga adentro.</p>
<p>Neste sertão aparentemente tão árido, reinam princípes e princesas. Reinos escondidos em pedras esperam pela hora de acordar do encanto que os fez adormecer. Alguns reinos vivem escondidos e silenciosos como as rochas que os guardam e protegem, mas há um, este não, o Reino da Pedra Encantada, este mesmo adormecido, arrancou seguidores, que vieram guardar seu rei soberano. Aos pés da Pedra do Reino fizeram moradia, criaram seu reino, escreveram sua história. Foi quando o Senhor do reino sem encanto, com seu soldados, do reino de verdade, enviou suas tropas que, sem piedade, massacrou os sertanejos todos que ousaram crer e viver na Pedra do Reino.</p>
<p>Estou aqui, aos pés da Pedra do Reino, pensando porque o poder instituído tem tanto medo das idéias simples, especialmente aquelas que ousam acreditar que existe mais vida e esta possível apesar da falta  d&#8217;água. Este texto é uma homenagem aos mortos no massacre da Pedra do Reino, anos depois em  Canudos, ba Baia, mais tarde no Calderão, em Crato no Ceará.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2613" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/27/na-pedra-do-reino/img_6295/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2613" title="IMG_6295" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_6295.JPG" alt="IMG_6295" width="432" height="288" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>De olho rasgado</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 13:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu sei que a caatinga é uma mata difícil, fechada, com espinhos rasos no chão e com árvores feitas de espinho como a jurema, a favela e outras. Eu também sabia que devia adentrá-la com cuidado, procurando proteção, mas como o que se sabe nem sempre se aplica&#8230; Hoje fomos fotografar uma lida com gado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que a caatinga é uma mata difícil, fechada, com espinhos rasos no chão e com árvores feitas de espinho como a jurema, a favela e outras. Eu também sabia que devia adentrá-la com cuidado, procurando proteção, mas como o que se sabe nem sempre se aplica&#8230;</p>
<p>Hoje fomos fotografar uma lida com gado (vaqueiros encourados, entram na caatinga para buscar um boi bravo, ou que se perdeu). Entram mo<span style="display: inline;">ntados a cavalo e passam com velocidade sob arbustos muito baixo . Não usam laço, para pegar o animal fujão, montados no cavalo lançam o corpo sobre o boi, mantendo-o preso no abraço do vaqueiro. Outros parceiros se aproximam, cercam o animal e prendem-no com cordas. Neste momento, abraçado ao animal o vaqueiro canta, como que para acalmá-lo. Um espetáculo lindo de se ver! Todo vaqueiro traz marcado no corpo, as cicatrizes desse trabalho e a exibem com orgulho e honra.</span></p>
<p>Inês e Franco estavam lá, assistindo admirados e fotografando a beleza dos movimentos dos vaqueiros sobre o touro, quando descuidadamente, Inês ergue os óculos de sol e sai no meio da caatinga tentando me aproximar da cena para fotografa-la. Foi um descuido e zapt! um galho seco de jurema (cheia de espinhos) atinge seu rosto e entrou olho a dentro, ferindo-o no canto direito.</p>
<p>Ela permaneceu ali, entre o vaqueiro e o boi até que tudo terminasse. Depois veio olhar a machucadura que mais tarde se transformará numa cicatriz, que por sua vez também contará uma história.  Foi medicada, está em repouso, com tampão por 24h. Eu cá fico a pensar: Que sentido teria a história se não houvessem cicatrizes para contá-la?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Depois de Petrolina&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; Depois de Petrolina, um descanso em Juazeiro. Ah! Petrolina e Juazeiro! Estar sob a sombra de uma árvore gigante, à beira do São Francisco, olhando suas águas cristalinas e bem lá no meio, uma estátua do &#8220;Nego d&#8217;água&#8221;, caboclo matreiro que cuida o rio e aterroriza pescadores e viajantes. Por causa dele, os barcos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; Depois de Petrolina, um descanso em Juazeiro. Ah! Petrolina e Juazeiro! Estar sob a sombra de uma árvore gigante, à beira do São Francisco, olhando suas águas cristalinas e bem lá no meio, uma estátua do &#8220;Nego d&#8217;água&#8221;, caboclo matreiro que cuida o rio e aterroriza pescadores e viajantes. Por causa dele, os barcos que antigamente navegavam o São Francisco, traziam uma carranca na proa, invenção dos Guaranis para assustar o &#8220;Nego d&#8217;água&#8221;. E não é que o danado tinha mesmo medo das carrancas? Contam por aqui que ele não atacava as embarcações que as traziam na proa. Urra!</p>
<p>Hoje, as carrancas do São Francisco, continuam cumprindo sua função: sairam das proas das embarcações e passaram a enfeitar as moradias das pessoas. Os artistas que as fabricam afirmam que elas espantam mal olhado.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2560" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/21/depois-de-petrolina/img_5547-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2560" title="IMG_5547" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_55471.jpg" alt="IMG_5547" width="420" height="280" /></a></p>
<p>Adeus, meu Velho Chico!</p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estamos de luto</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 23:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Projeto Histórias de Alice está de luto http://br.noticias.yahoo.com/homens-armados-matam-cacique-mato-grosso-sul-214419417.html Nossa solidariedade ao povo Kaiowá Guarani. Em maio estivemos em Amambai.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Histórias de Alice está de luto</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fbr.noticias.yahoo.com%2Fhomens-armados-matam-cacique-mato-grosso-sul-214419417.html&amp;h=MAQHcrI0PAQHMVpLQPAEuh1sJ7GZGYy3dIDjdljpx3ZJRPg">http://br.noticias.yahoo.com/homens-armados-matam-cacique-mato-grosso-sul-214419417.html</a></p>
<p>Nossa solidariedade ao povo Kaiowá Guarani. Em maio estivemos em Amambai.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adivinha onde estou?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:10:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nem imagina, né? Pois lhe digo: rodava o mundo quando fui sentindo crescer dentro de mim um rio de saudade. Um rio cuja água tem a cor verde azulada do mar, mas não é mar. Adivinhou? Ah! sim! É o São Francisco. Nas voltas que a vida dá, tô eu cá, a beiro do Velho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem imagina, né? Pois lhe digo: rodava o mundo quando fui sentindo crescer dentro de mim um rio de saudade. Um rio cuja água tem a cor verde azulada do mar, mas não é mar. Adivinhou? Ah! sim! É o São Francisco. Nas voltas que a vida dá, tô eu cá, a beiro do Velho Chico, sentindo a brisa fresca que emana de suas águas e o calor próprio da beira rio.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2553" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/18/adivinha-onde-estou/img_5436/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2553" title="IMG_5436" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_5436.JPG" alt="IMG_5436" width="420" height="280" /></a></p>
<p>Ah! São Francisco, meu velho! Nesta viagem vi você lindo e também assoriado. Vi orlas lindas e orlas descuidadas. Visitei as barragens que alteraram seu jeito de ser&#8230;, vi você raso e profundo. Escutei sobre o Nego d&#8217;água e seus encantos todos. Meu velho rio, quanto mais conheço, mais o amo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2554" href="http://www.historiasdealice.com.br/2011/11/18/adivinha-onde-estou/img_5289/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2554" title="IMG_5289" src="http://www.historiasdealice.com.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_5289.JPG" alt="IMG_5289" width="420" height="279" /></a></p>
<p>Bibi!! Fom! Fom!</p>
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		<title>Rodando pelo Piaui</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias de Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Povo Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>

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		<description><![CDATA[Urra! Peguei uma estrada ruim demais! A cada metro um buraco enorme que, sem exagero, quase me cabia dentro. Arre! Era uma rodada e um pulo no buraco. Meus parafusos sairam todos do lugar. Ai! Ui! Mas o pior foi que numa altura da estrada, o bagageiro abriu e ploft! Cairam coisas para fora, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Urra! Peguei uma estrada ruim demais! A cada metro um buraco enorme que, sem exagero, quase me cabia dentro. Arre! Era uma rodada e um pulo no buraco. Meus parafusos sairam todos do lugar. Ai! Ui! Mas o pior foi que numa altura da estrada, o bagageiro abriu e ploft! Cairam coisas para fora, uma delas foi a mochila do Franco cheia de coisas legais, tipo filme, livros, revista!</p>
<p>Chico que olhava tudo, gritou. A Inês olhou para trás e disse: Pare o carro, o bagageiro abriu e sua mochila caiu. Franco ficou branco. Olhou pelo retrovisor viu um motoqueiro juntando a mochila. Ficou apavorado.</p>
<p>Ines desceu correndo e gritando: moço! Moço! Esta mochila é nossa.</p>
<p>Enquanto isso, fiz a manobra de volta e trouxe Franco e o Chico para perto da Inês que tinha alcançado o motoqueiro, um senhor muito simpático que ficou esperando nossa chegada.</p>
<p>Tranquilizou os viajantes dizendo que só havia caído aquilo mesmo, ele vinha logo atrás do carro quando o bagaeiro abriu e distribuiu bagunça pela estrada.</p>
<p>Foi até engraçado aquela cena desesperadora dos meus tripulantes. O preju teria sido bem grande se a mochila tivesse viajado nas costas do motoqueiro da estrada emburacada. Inda bem que o rapaz era dessa gente boa, muito boa, que todos os dias cruzam a estrada de nossa viagem. Fui! Bibi! Fom! Fom!</p>
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